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O Mercado de Óleo e Gás no Brasil e o fornecimento de Energia Temporária

PUBLICADO EM 06/04/2018 O Mercado de Óleo e Gás no Brasil e o  fornecimento de Energia Temporária

O Mercado de Óleo e Gás no Brasil e o fornecimento de Energia Temporária

O Mercado de Óleo e Gás no Brasil e o

fornecimento de Energia Temporária

 

O setor de óleo e gás no Brasil teve um 2017 cheio de energia. A produção média de petróleo da Petrobras atingiu um novo recorde pelo quarto ano consecutivo, chegando a 2,65 milhões de barris de óleo equivalente por dia, uma alta de 0,9% em relação ao ano anterior.

Praticamente metade desse total foi produzido nos poços do pré-sal. A região, por sinal, continua em pleno crescimento. Por lá foram produzidos 26% mais que no ano de 2016, graças em parte à entrada em operação das plataformas P-66 e Pioneiro de Libra, e a interligação de novos poços ao FPSO Cidade de Caraguatatuba.

A plataforma P-66 é uma enorme estrutura que separa o óleo do gás e da água durante o processo de produção, armazena-os nos tanques de carga e transfere-os para navios petroleiros, que serão os responsáveis pelo seu transporte.

A capacidade de produção da plataforma é de 150 mil barris de óleo (bpd) e seis milhões de metros cúbicos de gás natural por dia. São 181 mil barris diários de tratamento de água de injeção, e capacidade de armazenamento de 1,67 milhão de barris de óleo.

Tudo isso demanda muita energia. É por isso que a P-66 conta com dois módulos de geração. Cada módulo pesa 1400 toneladas e fornece energia por meio de quatro turbo-geradores de 25 megawatts cada. A potência total de 100 MW é capaz de abastecer uma cidade com aproximadamente 300 mil habitantes.



 

    

 

Geração de energia em plataformas

A energia fornecida pelas turbinas é complementada por grupos geradores que formam um recurso adicional de redundância e atuam em processos pontuais da plataforma, a exemplo de bombas submersas de produção de petróleo ou no setor de processamento de dados.

Esse esquema de geração de energia acontece de maneira similar em qualquer outra plataforma em operação. As 32 unidades marítimas da Unidade de Negócio de Exploração e Produção da Bacia de Campos, por exemplo, são capazes de gerar 400 megawatts de energia. Esse montante é suficiente para abastecer uma cidade de dois milhões de habitantes.

As plataformas localizadas na Bacia de Campos contém atualmente com cerca de 30 turbinas geradoras de energia e quase 50 geradores diesel. Toda essa produção é utilizada nos sistemas de iluminação, comunicação e equipamentos.

Uma curiosidade: as unidades precisam ter um motor a diesel mesmo quando toda a energia da plataforma é fornecida por uma turbina a gás. Dessa forma, caso não haja produção de gás, o gerador diesel fornece energia para os sistemas de comunicação ou para iluminar as rotas de fuga.

Logística refinada para uso dos geradores

O uso de grupos geradores é bastante comum nos mais diversos segmentos econômicos. Quando se trata de geradores para plataformas offshore, entretanto, há alguns desafios que precisam ser vencidos.

Plataformas de exploração e produção de petróleo têm limites de espaço e peso que precisam ser respeitados. Os grupos geradores de energia são levados a essas unidades por meio de navios e descarregados por meio de guindastes.



 

    

 

Esses guindastes, entretanto, têm limitações em sua capacidade de transporte. Por isso os responsáveis pela geração de energia precisam encontrar sempre, no momento do planejamento, os geradores com melhor capacidade de geração e, ao mesmo, tempo mais leves.

Além disso, o mercado de petróleo no Brasil é bastante exigente com relação ao índice de nacionalização dos equipamentos. A Petrobras, por exemplo, exige que a maior parte das peças de um gerador de energia tenham sido fabricadas no Brasil.

Felizmente o mercado já conta com equipamentos robustos, leves (de até 14 toneladas, ideais para o descarregamento em plataformas) e com índice de nacionalização que pode chegar a 90%.

Segurança nas plataformas é prioridade

Uma das grandes preocupações de quem gerencia e trabalha nas plataformas de petróleo é a segurança dos trabalhadores. Não é para menos. Os riscos operacionais são uma realidade em qualquer indústria, e em uma indústria que funciona em alto mar, completamente isolada do continente, não poderia ser diferente.

As operações de perfuração dos poços são as maiores responsáveis por acidentes em plataforma. Cerca de 70% dos acidentes com vítimas aconteceram nesse tipo de trabalho.

Para mitigar os riscos as petroleiras investem em pesquisa, ferramentas, equipamentos e capacitação de funcionários para aumentar a segurança de suas operações offshore.

A preocupação com a segurança fez crescer a procura por profissionais especialistas em segurança do trabalho. Esses técnicos precisam ter cursos de salvatagem, habilidade para saber como reagir no caso de emergências e até

mesmo conhecer técnicas de como escapar de uma aeronave caso ela caia no mar.

Felizmente o Brasil é considerado uma referência mundial quando se trata de segurança offshore.  A Agência Nacional do Petróleo faz rigorosas fiscalizações nas plataformas a fim de identificar possíveis riscos.

Por ano são realizadas cerca de 60 inspeções em que são verificadas a segurança dos sistemas de perfuração e da planta de produção das unidades marítimas, bem como os itens de segurança na área de geração de energia elétrica.

Não é incomum que a Agência Nacional do Petróleo interdite plataformas de exploração e produção. No ano de 2010, por exemplo, 11 plataformas da Petrobras foram interditadas por descumprirem regras de segurança operacional. A empresa ainda teve de pagar cerca de R$ 50 milhões em multas.

Segurança na geração de energia temporária

Com a responsabilidade de gerar uma enorme quantidade de energia, turbinas e geradores também precisam de sistemas de segurança eficientes. Alternadores (possuem maior nível de proteção), pintura especial para evitar ferrugem e sistemas de detecção e combate a incêndio fazem parte dos grupos geradores mais modernos.

A falta de cuidado nesse aspecto pode resultar em acidentes graves. Em 2013, por exemplo, a plataforma P-62 da Petrobras chegou a sofrer um pequeno incêndio provocado durante a instalação de um gerador de energia. A Petrobras se defendeu na época afirmando que “há detectores de gás em diversos locais na plataforma, alarmes de aumento de pressão ou volumes no interior do poço e sistemas de preparação e injeção de fluidos para seu interior”.

Um caso bastante recente aconteceu em 16 de janeiro de 2018, na plataforma da Petrobras Cidade de Maricá, no campo de Lula, no pré-sal da Bacia de Santos. A unidade sofreu um princípio de incêndio durante a madrugada, que felizmente foi rapidamente controlado.

Não houve feridos no incidente, que aconteceu de madrugada, nem danos ao meio ambiente. Os prejuízos financeiros, entretanto, são enormes. A produção da plataforma foi completamente paralisada.

A “Cidade de Maricá” pode produzir, diariamente, até 150 mil barris de petróleo e 6 milhões de metros cúbicos de gás. Ela está ancorada a 270 quilômetros da costa. Cada dia parado por conta do acidente custa à Petrobras mais de dez milhões de dólares em prejuízos.

Normas regulamentam segurança nas plataformas

A segurança das plataformas de petróleo é tão crítica que existe até mesmo uma norma específica para o setor, a NR-30, que trata sobre segurança e saúde no trabalho aquaviário. O anexo II aborda especificamente o trabalho em plataformas e instalações de apoio.

Um dos destaques da norma são as orientações relativas à sinalização de segurança, que envolvem inclusive o uso de geradores. Aqui é possível observar a preocupação dos gestores com a ocorrência de incêndios em plataformas. Veja alguns destaques:

Sinalização azul

“A cor azul deve ser utilizada a bordo para indicar "Cuidado!" ou uma ação de segurança obrigatória, como nas seguintes situações:

I. barreiras de prevenção contra movimento acidental de qualquer equipamento em manutenção;

II. avisos e barreiras de advertência nos painéis de comando ou de partida  de equipamentos geradores de energia elétrica;

III. identificar tubulações de ar comprimido”.

Sinalização vermelha

“A cor vermelha deve ser usada para distinguir e indicar a bordo os equipamentos e aparelhos de proteção e combate a incêndio, tais como:

I. caixas de alarme de incêndio;

II. hidrantes;

III. bombas de água para combate a incêndio;

IV. sirenes de alarme de incêndio;

V. extintores de incêndio e sua localização;

VI. indicações de extintores;

VII. localização de mangueiras de incêndio (a cor deve ser usada no carretel, suporte, moldura da caixa ou nicho);

VIII. tubulações e válvulas de acionamento de sistemas de chuveiros automáticos;

IX. tubulações da rede de água para combate a incêndio;

X. portas de saída de emergência;

XI. tanques de Líquido Gerador de Espuma;

XII. tubulações, cilindros e difusores de gás carbônico para combate a incêndio;

XIII. escotilhas para fuga;

XIV. botoeiras para iniciar alarme ou parada de emergência ou de acionamento

manual de sistemas de combate a incêndio;

XV. a mangueira de acetileno, nos equipamentos de soldagem oxi-acetilênica”.

Sinalização amarela

“A cor amarela deve ser empregada a bordo para indicar "Alerta!", assinalando:

I. corrimãos, parapeitos, guarda-corpos e rodapés de guarda corpo;

II. passarelas e plataformas;

III. espelhos de degraus de escadas;

IV. bordas desguarnecidas de aberturas no piso que não possam ter guarda-corpo ou que tenham guarda-corpos removíveis para passagem de cargas;

IX. cabines de equipamentos, guindastes, pontes rolantes, guinchos, talhas, ganchos (gato), acessórios de movimentação de carga, etc.;

X. equipamentos de transporte sobre trilhos, vagonetes, reboques, etc.;

XII. obstáculos ou estrutura saliente onde se necessita chamar a atenção (risco de acidente ou impacto);

XIII. cavaletes;

XIV. comandos e equipamentos suspensos que ofereçam risco;

XV. faixas delimitando zonas de proteção contra arcos elétricos em painéis e quadros elétricos;

XVI. tubulações de gases inflamáveis não liquefeitos (gás natural, hidrogênio, etc.).

A cor amarela pode ser combinada com a cor preta para se obter maior destaque.

 

Preço do petróleo dispara e anima indústria

O momento favorável à indústria petrolífera está registrado no preço do petróleo. Em janeiro o petróleo Brent atingiu sua maior cotação em três anos, alcançando os 69 dólares o barril.

Esse aumento no preço da commoditie foi causado pela decisão da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) de realizar cortes na produção. Contribuíram também para a valorização a queda nos estoques mundiais e uma crescente tensão política no Oriente Médio e na Ásia.

No aspecto das relações internacionais – com impactos na indústria petrolífera brasileira - destacam-se as ameaças americanas de impor novas sanções ao Irã (diminuindo a oferta do produto) e o expressivo crescimento da economia mundial (que aumenta a demanda por petróleo e seus derivados).

Estrangeiras de olho no Brasil

A combinação de crescimento da produção brasileira, cortes na produção mundial e aumento no preço do petróleo tornam o Brasil ainda mais atrativo paras as petroleiras, que veem no pré-sal possibilidades de grandes lucros.

As rodadas da partilha de produção do pré-sal realizadas em outubro de 2017, por exemplo, contaram com forte presença internacional. Foram oferecidos oito blocos, sendo que seis foram arrematados. O governo arrecadou mais de seis bilhões de reais em bônus de assinatura.

Ávidas pelo petróleo brasileiro, as companhias ofertaram ágios de 261% na segunda rodada, e de 202% na terceira. Esses valores são muito superiores aos obtidos na primeira rodada, realizada em 2013, que teve ágio zero. As petroleiras vencedoras de cada rodada foram as que ofereceram a maior parcela de petróleo e gás natural produzidos (ou seja, a maior parcela de excedente em óleo).  

Dentre as empresas que venceram os leilões estão Total E&P (França), Shell (Inglaterra/Holanda), Repsol (Espanha), Statoil (Noruega), Petrogal (Portugal), Exxon Mobil (EUA), China National Petroleum Corporation (CNPC), British Petroleum (Inglaterra) e CNOOC Petroleum (China).

Saiba mais sobre alguns dos investimentos previstos pelas estrangeiras e que devem movimentar o setor no País a partir de 2018:

Exxon Mobil

A maior petroleira do planeta investiu, em 2017, cerca de oito bilhões de reais no Brasil (sendo que, desse total, seis bilhões serão direcionados apenas para o pré-sal). A empresa diz que os altos investimentos refletem a confiança da companhia nas reformas implementadas pelo governo federal.

Em 2017 o governo brasileiro implementou um novo regime de partilha de produção do petróleo do pré-sal. O novo modelo prevê que a Petrobras terá direito de preferência para exploração e produção no pré-sal, mas não terá mais a obrigação de ser a única operadora.

A empresa americana desembolsou mais de um bilhão de reais nos leilões realizados em outubro, mas estava disposta a gastar o dobro disso, de acordo com a revista Época. Perdeu a competição, entretanto, para a Statoil (Noruega).

Mesmo assim, após o fim do leilão, os americanos se movimentaram nos bastidores e compraram parte das operações da Statoil no pré-sal. A Exxon pagará R$ 5 bilhões para ter 36,5% da área de Carcará.

O apetite da Exxon pelo petróleo brasileiro já havia sido visto poucas semanas antes, durante leilões da ANP de áreas fora do pré-sal. A petroleira pagou R$ 1,9 bilhão ao governo brasileiro, em setembro, para ficar com oito blocos oferecidos na Bacia de Campos e mais duas áreas entre os estados de Sergipe e Alagoas.     

Shell

A produção de petróleo no Brasil, em 2017, não é mérito apenas da Petrobras. A Shell aumentou sua produção em 12%, alcançando os 330 mil barris de petróleo por dia.

Esse número deve continuar crescendo nos próximos anos, já que a empresa planeja iniciar a perfuração de poços na área de Gato do Mato Sul, onde vai operar a partir de 2019. A empresa promete investir seis bilhões de dólares (cerca de 19 bilhões de reais) no Brasil até 2020.

Total

A presença da francesa Total no Brasil é marcada por sua parceria estratégica com a Petrobras. A petroleira estrangeira finalizou recentemente a compra de concessões de áreas na Bacia dos Santos, pelas quais pagou cerca de dois bilhões de dólares.

Com o acordo, a Total passa a deter 35% do campo da Lapa, no pré-sal de Santos, se tornando uma operadora da área. Outros negócios entre Total e Petrobras incluem o compartilhamento de um terminal de regaseificação e a transferência de fatias em térmicas.

A importância do petróleo para os estados brasileiros

A empolgação vista nas petroleiras e no governo federal reflete também nos governos estaduais, que dependem em boa parte dos recursos do petróleo para manter as contas em dia. Confira agora o impacto da exploração de petróleo em alguns estados brasileiros.

Rio de Janeiro

O Rio de Janeiro possui posição privilegiada na indústria petrolífera. É lá que se localiza o bloco de Libra, na Bacia de Santos. Sua área é de 1500 km². As petroleiras estimam que, a partir de 2020, quatro grandes sistemas de produção estarão em operação na região. Cada um terá capacidade de produzir 180 mil barris de óleo por dia e processar até 12 milhões de m³ de gás.

Vale ressaltar que o Rio de Janeiro detém comprovadamente cerca de 10 bilhões de barris de petróleo em seu subsolo, ou 75% de toda a reserva nacional. Outros oito bilhões de barris podem estar em áreas “prováveis” ou “possíveis” de serem exploradas.

Por tudo isso o Rio de Janeiro é um dos maiores polos geradores de emprego da cadeia de petróleo. Cerca de 85 mil pessoas trabalham no setor em todo o estado, tornando o RJ o segundo maior empregador do Brasil (atrás de São Paulo, com 11 mil pessoas ligadas ao segmento). É importante destacar, entretanto, que 97% dos empregados paulistas do segmento de petróleo e gás trabalham com abastecimento.

Confira outros números do Rio de Janeiro:

- 64% de toda a mão de obra nacional atuante na Exploração & Produção está localizada no estado;

- 24% dos trabalhadores atuam nas áreas de serviços ou comércio;

- 23% trabalham com pesquisas científicas;

- 20% são frentistas;

- 42% possuem ensino superior completo;

- O salário médio do trabalhador de petróleo e gás, no Rio de Janeiro, era de R$ 11 mil em 2016. Isso é mais que o dobro da média nacional;

- O estado é responsável por 60% das exportações brasileiras do mercado de petróleo e por 15% das importações;   

- O mercado de petróleo responde por 70% das exportações do estado.

O Rio de Janeiro é fortemente beneficiado pela indústria do petróleo. Entre 2009 e 2015 a exploração e produção de petróleo rendeu ao estado cerca de 400 bilhões de dólares em receita bruta, além de no mínimo 150 bilhões de dólares em investimento (essa cifra corresponde apenas ao que foi investido pela Petrobras).

Sergipe

A crise econômica e política vivida pelo Brasil nos últimos anos não poupou os empresários sergipanos que atuam na cadeia de petróleo e gás. Pequenas e médias empresas foram impactadas com o fim de contratos de prestação de serviços, queda do faturamento e demissões.

Felizmente os leilões realizados pela Agência Nacional do Petróleo em 2017 deram novo ânimo ao setor. Sergipe produz cerca de 16% do petróleo onshore no Brasil, e essa participação deve aumentar ainda mais ao longo dos próximos anos.

Espírito Santo

O Espírito Santo é um dos maiores beneficiários dessa nova fase de expansão da cadeia do petróleo nacional. Nos próximos cinco anos o estado deve receber quase R$ 10 bilhões em investimentos apenas da Petrobras.

A maior parte desse montante será direcionado para a construção do sistema de produção para o Parque das Baleias (no litoral Sul do Estado) que deverá entrar em produção em 2021.

O sistema contará com uma plataforma FPSO fretada. Mais de 20 poços do pós e do pré-sal dos campos de Jubarte e Cachalote serão interligados à nova embarcação. O novo sistema certamente aumentará a produção do estado, que  hoje está na casa dos 420 mil barris de óleo equivalente por dia.

A Petrobras investirá ainda em sísmica, infraestrutura operacional e desenvolvimento da produção de campos.

Os cofres do estado sentirão ainda o impacto positivo do novo cenário de arrecadação. A Secretaria da Fazenda do Espírito Santo estima que as mudanças nas limitações de campos petrolíferos e no repasse de correções monetárias devidas pela União ao Estado, além da melhoria do indicador que mede o grau de qualidade do petróleo de Jubarte e a atualização da fórmula que define o preço de referência do óleo, resultarão em uma arrecadação de R$ 2,5 bilhões a mais em 2018.

Caso esse cenário se confirme, o governo do Espírito Santo terá sua capacidade de investimento multiplicada em cinco vezes.

Como se pode ver, o cenário é animador. Os investimentos e aumento na produção exigirão que as petroleiras encontrem parceiros confiáveis e experientes para o fornecimento de energia temporária. Aproveite o momento para se planejar. Converse com um especialista.




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